🧾 Reclamação - Sinceramente, o CS2 "Prime", está precisando de uma revisão urgente nesse sistema de rendição. É completamente frustrante jogar uma partida Prime onde um jogador do time kita ou cai, e a gente é obrigado a continuar até o final, com ou sem opção de se render, porque esse lixo simplesmente não funciona! Eu realmente queria entender… por que eu sou OBRIGADO a virar refém de uma partida 4x5 quando o cara do meu time resolve ir embora viver a vida? O homem fecha o jogo, some no mapa, e eu fico ali… jogando Sofrência 2. Isso acaba com o jogo, não tem graça nem sentido jogar um 4x5 (ou pior) contra um time completo, ainda mais quando o sistema nem tenta equilibrar ou dar opção de terminar a partida dignamente. Fica parecendo castigo, não competição. A Valve olha pra situação, dá um sorrisinho e fala: “Vai lá, campeão, mostra sua habilidade jogando 4x5 contra uma equipe de semideuses.” E lá vou eu, tomando bala de tudo quanto é lado, olhando o sistema de rendição decorativo pq só tá ali só pra enfeitar o HUD, tipo o botão do elevador que não serve pra nada. Sério, é mais fácil pedir demissão do emprego do que se render no CS2. É incrível: o sistema vê que alguém caiu, mostra a mensagem, faz todo o teatro, mas não deixa a gente se render. Não dá pra apertar “GG”, não dá pra pedir arrego, nada. É tipo estar num relacionamento tóxico com o servidor: “você vai ficar aqui até ser humilhado de todas as formas”. E o pior: o time inimigo tá feliz, dando 360 de AWP, digitando no chat "que ota? - free kill - ruim dms - baiter" etc... dançando com faca, e a gente só existe pra estatística. A Valve literalmente transformou o Prime num show chamado “Quem sofre mais antes da 13ª rodada”. A situação é ainda mais irritante porque: 1.O jogo detecta que alguém caiu, mas não permite rendição antes do limite de rodadas. 2.O matchmaking Prime, que deveria garantir partidas justas, não protege o jogador que fica em desvantagem. 3.A punição cai sobre quem ficou, a gente perde tempo, ranking e ainda passa raiva sendo amassado sem culpa nenhuma. CS2 prometeu ser evolução, mas em vários pontos parece retrocesso. Uma função básica como render-se quando o time está incompleto não devia ser um luxo, e sim uma necessidade. Ninguém quer ficar preso numa partida perdida só porque o sistema insiste em ignorar a realidade. O jogo podia ao menos perguntar: “Ei, vocês querem continuar essa humilhação ou preferem aceitar a derrota e ir viver a vida?” Mas não. Tem que ficar lá, aguentando o bot do time morrer com 3 segundos de round, o cara do microfone reclamando da economia e o outro plantando bomba no bomb errado. Enfim… é aquele jogo que te ensina resiliência na marra. Mas Valve, faz um favor pra humanidade: bota o botão de rendição quando alguém quita, antes que o Prime vire terapia em grupo. Por favor, revisem esse sistema.
A decisão de retornar às origens foi o acerto mais celebrado. O multiplayer é o coração do jogo e onde seus maiores elogios se concentram. A volta do sistema de classes bem definidas força os jogadores a cooperarem, criando uma sensação autêntica de um campo de batalha onde cada soldado tem um papel específico . A liberdade proporcionada pelos mapas, que fogem da lógica de "três rotas" e oferecem muita verticalidade, dá aos jogadores poder para escolher sua própria abordagem, seja flanqueando, atacando de cima ou causando destruição em larga escala com um tanque . A imersão é outro ponto alto incontestável. Os elogios aos gráficos são unânimes, com menções a terrenos fotorrealistas e uma aparência cinemática que coloca o jogo um degrau acima da concorrência . Isso é potencializado pelo bestial sistema de áudio, que faz com que cada tiro, explosão e ruído ambiente soe com um impacto aterrorizante e real, te colocando de fato no meio do caos . A destruição de cenários, marca registrada da série, está melhor do que nunca, com prédios inteiros ruindo e alterando permanentemente a geografia do combate, o que é tão taticamente relevante quanto visualmente espetacular . Um Marco para os FPS O sentimento geral é de que o Battlefield 6 conseguiu a proeza de resgatar a essência que os fãs mais antigos amavam, enquanto apresenta uma experiência moderna, polida e extremamente atraente para novos jogadores . Ele não tenta reinventar a roda, mas sim aperfeiçoá-la, focando naquilo que sempre fez a franquia única: a escala épica, a liberdade de criação dentro do campo de batalha e a diversão imprevisível que só o "caos organizado" do Battlefield pode proporcionar Portanto, a sua recomendação está totalmente alinhada com o consenso da comunidade. "Eu sem dúvidas recomendo esse jogo, houve um capricho enorme na produção, o game ta bem feito, equilibrado, divertido eu recomendo sem dúvidas" é um resumo perfeito para o que Battlefield 6 representa em 2025: um shooter robusto e prazeroso de se jogar.